terça-feira, 21 de agosto de 2012

Como chegou a Twainy até Hélia Correia?

A chegada de Twainy” é um livro recente da celebrada escritora Hélia Correia, com ilustrações de Rachel Caiano, publicado pela Relógio D’Água. Na sua apresentação no Espaço Llansol, Albertina Pena esclareceu que Twainy é uma fada “irrequieta, curiosa e pensadora” e que o livro é destinado a vários leitores e leituras”, o que é estimulante.


Têm perguntado a Hélia Correia: Como surgiu o nome de Twainy?
A explicação foi dada no programa “Ler mais, ler melhor”, da RTP2, e pode ser  ouvida aqui .
A mesma explicação foi retomada numa entrevista que pode ser lida aqui. À pergunta “Como nasceu a Twainy?”, respondeu Hélia Correia:
«A Twainy existiu primeiro como nome, porque um priminho meu, um dos meus meninos – tenho muitos meninos, muitos amiguinhos –, muito pequenino, a primeira vez que veio ver-me, achou que eu era tia, e chamou-me Twainy, que era o nome que ele dava às tias. E eu achei que o nome era muito bonito e fiquei com o nome. Não só a Twainy dele, como pensei: este nome é muito bonito, este nome vai existir de qualquer modo. Depois, numa loja que eu frequento muito e que também tem assim muitas coisas invulgares, encontrei uma bonequinha com asas de tule. Esta bonequinha, com um aspecto muito, enfim, antifeérico, quando a vi pensei, olha aquela é a Twainy
A coincidência surpreendente desta história, de que tomei conhecimento há dois dias, é que o priminho de Hélia Correia (que foi o "padrinho" da Twainy) é o meu neto João Guilherme... aquele a quem recentemente dei instruções de skimming sem nunca ter feito skimming (ver aqui )! Parafraseando o João Carranca, meu ex-colega do Laboratório Nuclear de Sacavém: O mundo não funciona, mas é muito engraçado.

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